CRÓNICA DE UMA MÃO CHEIA DE TRUNFOS E DE UMA GRANDE VITÓRIA

 

Uma vez mais, os representantes da nossa Escola brilharam!

Desta vez, foi nas terras do Dão, que viram nascer os escritores Branquinho da Fonseca e Tomás da Fonseca, em Mortágua.

A Carolina, a Constança e o Diogo, do 3.º Ciclo, e a Beatriz, o Jorge e o Pedro, representantes do Secundário, juntamente com mais de cento e cinquenta outros colegas oriundos de todo o distrito de Viseu, concentraram-se na Biblioteca Municipal de Mortágua e submeteram-se a uma prova escrita sobre as obras estudadas de Sepúlveda, Mário de Carvalho, Andy Mulligan e Mário Zambujal. Todos o fizeram assumindo uma postura de muita responsabilidade e com um espírito de entrega e de compromisso que enchem de orgulho a Biblioteca Escolar, o Agrupamento de Escolas e o concelho de Armamar. Por isso, as expectativas de serem todos qualificados para a prova oral e final desta fase do Concurso eram muito altas.

Foi o Pedro!

Quando subiu ao palco, animado pelos aplausos francos e emocionados dos seus colegas e professores, ia nervoso! Depois dos sorteios obrigatórios, foi o primeiro a ser posto à prova. Mais nervoso ficou! Mais nervosos ficamos! Mas o Pedro, do alto da sua simplicidade, abriu o peito, mostrou a alma, libertou a voz e encheu o auditório! Era ver o deleite, o arroubo hipnotizante de todos os presentes! Como que o Dão indolente da Aguieira, tivesse sido tomado, num repente, por torrentes de Douro preenchendo de seiva todos os recantos!

 

 

O Pedro venceu!

O distrito de Viseu já conhece o miúdo que vai brilhar nos palcos da leitura de Lisboa.

É de Armamar! E da nossa Escola!

 

Parabéns!

 

O professor bibliotecário

César Luís de Carvalho

 

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