#104: CHEGA-TE A MIM E DEIXA-TE ESTAR // EDUARDO SÁ

 

 

 

 

"Há pessoas sem prazo de validade. E é por isso que quando escrevem, esses textos também ficam para sempre. Podemos lê-los hoje ou amanhã, duas horas antes das refeições ou deitados num sofá, e tocam-nos sempre. E alargam-nos os neurónios, e fazem melhor à alma do que as vitaminas. E às vezes dão-nos, finalmente, a autorização de que precisávamos para chorar. Outras fazem-nos desconfiar: "De onde é que este tipo me conhece?" Mas valem sempre a pena ler, porque quando se faz ginástica com a linha com a linha do horizonte e a curvamos à nossa medida encontramos o Eduardo Sá."

Isabel Stilwell