#168: HISTÓRIA BREVE DA LUA // ANTÓNIO GEDEÃO

 

 

Vou contar-vos uma história

que espero que vos agrade.

 

Diz essa história que outrora

a superfície da Lua

não era como é agora…

 

Descobre a história (breve) da Lua, nesta divertida peça escrita em verso, com um toque sublime de imaginação.

 

Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado para o 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada História

#166: O PEQUENO LIVRO DOS MEDOS // SÉRGIO GODINHO

 

 

 

 

 

 

Uma história intemporal destinada a todas as crianças: as que ainda o são, as que já o foram um dia e as que nunca deixarão de o ser. Uma edição que, pela primeira vez em Portugal, fixa texto e ilustrações de acordo com a edição original de 1943.

 

Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade III

#165: O PRINCIPEZINHO // ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY

 

 

 

 

 

 

Uma história intemporal destinada a todas as crianças: as que ainda o são, as que já o foram um dia e as que nunca deixarão de o ser. Uma edição que, pela primeira vez em Portugal, fixa texto e ilustrações de acordo com a edição original de 1943.

 

Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade III

#164: SONETOS // FLORBELA ESPANCA

 

 

 

 

 

 

Florbela Espanca foi uma poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo), onde nasceu em 1894. A sua obra escrita ao longo de escassos 36 anos ocupa um lugar de relevo na poesia portuguesa do século XX.

#163: VIVER EM SOCIEDADE: AS DIFERENÇAS // GAIALIVRO

 

 

 

Respeitar as diferenças físicas, valorizar outras culturas e escolhas religiosas alternativas, assim como sensibilizar o pequeno cidadão para a importância da solidariedade são os principais aspectos que integram a estrutura deste livro.

 

Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado no programa de Português do 3º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.

#162: VIOLÊNCIA E NÃO-VIOLÊNCIA // BRIGITTE LARBÉ E MICHEL PUECH

 

 

 

 

 

Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país?

Tudo pode começar quando alguém lança um olhar desconfiado sobre outra pessoa. Desse olhar, pode nascer um sorriso trocista, que faz saltar uma frase agressiva, seguida de alguns empurrões, umas estaladas, uns murros, e até umas cabeçadas. É assim que se desencadeia a espiral da violência.

#161: A SENTINELA // RICHARD ZIMLER

Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país?

6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.

Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.

#160: ESPREITA A MATEMÁTICA // ALEX FRITH & MINNA LACEY

 

 

 

 

 

 

 

Levanta as abas deste fantástico livro e descobre como a matemática pode ser fascinante.

#159: O VELHO E O MAR // ERNEST HEMINGWAY

 

 

 

"O Velho e o Mar" é, porventura, a obra-prima de maturidade de E. Hemingway. Santiago, um velho pescador cubano, minado por um cancro de pele que o devora cruelmente, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe. Vai então bater-se, durante quatro dias, com um enorme espadarte, que conseguirá de facto capturar, para logo o ver ser devorado por um grupo de tubarões. Esta aventura poética, onde Hemingway retrata, uma vez mais, a capacidade do homem para fazer face e superar com sucesso os dramas e as dificuldades da vida real, é seguramente uma das suas obras mais comoventes e aquela que mais entusiasmo tem suscitado, ao longo de mais de meio século, entre os seus fiéis leitores.

"O Velho e o Mar" recebeu o Prémio Pulitzer, de 1952, e, dois anos mais tarde, Hemingway obteve o Prémio Nobel da Literatura.

#158: O CADERNO DE MAYA // ISABEL ALLENDE

 

 

Um passado que a perseguia. Um futuro ainda por construir. E um caderno para escrever toda uma vida.

«Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa “feitiço, ilusão, sonho”, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer.»

#157: A HISTÓRIA DA PEQUENA ESTRELA // ROSÁRIO ALÇADA ARAÚJO

 

 

 

 

 

Triste e aborrecida de estar sempre no céu , a pequena estrela toma coragem e rodopia até chegar à terra... O leitor acompanhará esta história com o mesmo entusiasmo e a mesma curiosidade que a pequena estrela vai sentindo, ao ver a sua atrevida viagem transformar-se numa aventura fascinante, que lhe trará ensinamentos para toda a vida.

#156: ESTE LIVRO QUE VOS DEIXO // ANTÓNIO ALEIXO

 

 

António Aleixo compõe e improvisa nas mais diversas situações e oportunidades. Umas vezes cantando numa feira ou festa de aldeia, outras, a pedido de amigos que lhe beliscam a veia; ora aproveitando traços caricaturais de pessoas conhecidas, ora sugestionando por uma conversa de tom mais elevado e a cuja altura sobe facilmente.

Passeando, sozinho, a guardar umas cabras ou a fazer circular as cautelas de lotaria - sua mais habitual ocupação, por isso também chamado «poeta cauteleiro» - ou acompanhado por amigos, numa ceia ou num café, o poeta está presente e alerta, e lá vem a quadra ou a sextilha a fixar um pensamento, a finalizar uma discussão, a apreciar um dito ou a refinar uma troça. E, normalmente, a forma é lapidar, o conceito incisivo e o vocabulário justo e preciso.

O que caracteriza a poesia de António Aleixo é o tom dorido, irónico, um pouco puritano de moralista, com que aprecia os acontecimentos e as acções dos homens.

#155: O PRESENTE DE CÉSAR // R. GOSCINNY E A. UDERZO

 

 

César decidiu presentear os legionários veteranos, com mais de 20 anos de serviço, com pequenos lotes de terra. Mas para Romeumontaigus, um legionário que o tinha insultado, atribuiu-lhe a pequena aldeia gaulesa dos nossos irredutíveis amigos. Depois de apanhar uma valente piela, Romeumontaigus, em troca de vinho, entregou o título de propriedade ao estalajadeiro Ortopédix que pensou estar a fazer um grande negócio e decidiu ir instalar-se no seu novo domínio. Mas quando chegou, depressa percebeu que César tinha vendido o que não lhe pertencia. Decidiu então abrir uma estalagem na aldeia e, pressionado pela mulher, procura uma forma de se tornar o chefe. Inicia-se então um duelo eleitoral entre Ortopédix e Matasétix que divide os gauleses. Quem é que vai tentar aproveitar este momento de fraqueza?... Os Romanos, claro.

#154: ERA UMA VEZ A REPÚBLICA // JOSÉ FANHA

 

Apenas um pequeno grupo de iluminados conhece o inquietante mistério associado à Lança do Destino que, em silêncio, atravessa séculos e milénios. As cidades de Istambul, Argel e Salónica do século XVI são o exótico cenário da luta entre o Bem e o Mal, onde nasce uma terrível profecia que ameaça o futuro da Humanidade.

A Profecia de Istambul é um empolgante romance que traz à cena os prodigiosos seres que transformaram a bacia do Mediterrâneo num fervente caldeirão cultural durante o Século de Ouro. Num tempo em que mudar de religião pode significar a ascensão social ou a fogueira da Inquisição, muitos são os homens e as mulheres permanentemente confrontados com as mais duras penas, e com a sua própria consciência, para que tomem a decisão das suas vidas.

Pelo meio de corsários, cativos, renegados, conquistadores e judeus fugidos dos estados ibéricos, entre um inviolável pacto e um perturbante mistério, emerge uma fascinante história de amor, que irá colocar à prova os valores mais profundos de um ser humano. O que é mais valioso: o amor ou a salvação da Humanidade?

#153: A PROFECIA DE ISTAMBUL // ALBERTO S. SANTOS

 

Apenas um pequeno grupo de iluminados conhece o inquietante mistério associado à Lança do Destino que, em silêncio, atravessa séculos e milénios. As cidades de Istambul, Argel e Salónica do século XVI são o exótico cenário da luta entre o Bem e o Mal, onde nasce uma terrível profecia que ameaça o futuro da Humanidade.

A Profecia de Istambul é um empolgante romance que traz à cena os prodigiosos seres que transformaram a bacia do Mediterrâneo num fervente caldeirão cultural durante o Século de Ouro. Num tempo em que mudar de religião pode significar a ascensão social ou a fogueira da Inquisição, muitos são os homens e as mulheres permanentemente confrontados com as mais duras penas, e com a sua própria consciência, para que tomem a decisão das suas vidas.

Pelo meio de corsários, cativos, renegados, conquistadores e judeus fugidos dos estados ibéricos, entre um inviolável pacto e um perturbante mistério, emerge uma fascinante história de amor, que irá colocar à prova os valores mais profundos de um ser humano. O que é mais valioso: o amor ou a salvação da Humanidade?

LIVRO EM DESTAQUE

 

"Não me lembro do dia exacto, nem da hora exacta, mas lembro-me exactamente de como me senti. Despertei. Peguei no telefone e digitei o número que pretendia. A chamada estava estabelecida. Estava prestes a receber notícias que ansiava receber há já alguns dias. Mas nem por um segundo equacionei a hipótese de serem tão negras como aquelas que recebi naquele dia. Cancro. Sim, tinha ouvido bem. Cancro."

 

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